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Gente de todo tipo, debatendo cultura africana, e ouvindo música – esta mistura só poderia ser o: Festival Back 2 Black.

O Back 2 Black foi divivido em três dias.Usou todo o espaço da Estação Leopoldina para demonstrar todas as nuances da cultura afro.Tinha artesanato, livros, adereços, dentro das locomotivas – o que as transformou em lojas,que de feio não tinham nada.

Mas também rolou no Festival, as conferências que trouxe gente do mundo todo, só para dizer o quanto a cultura afro está presente no nosso país.Ao mesmo tempo, sabemos que os africanos dos países afros e os afro descendentes de outros países diferem uns dos outros no que concerne: aos anseios, atitudes, vida cotidiana, cultura.

No Brasil, por exemplo, um afro descendente acaba sendo muito mais latino-americano do que ele pensa…Se alimentando no self service, falando a gíria brasileira…e isso tb é cultura.

Sempre depois de cada conferência, chegava a vez da música.O show que assistí foi o de Carlinhos Brown e Seun Kuti.

Todas as músicas, com certeza, exerceram no festival o seu papel principal: a de ser universal.Todas executadas com muita percussão, com muito "vamô bate lata"…resultando em experimentações para lá de interessantes.

Talvez essa seja uma palavra para o festival: interessante.

 Patrícia Fields

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