FINAL

Cenas que se repetem num eterno dejavu.Vozes entrecortadas tentando dizer o indizível.Um homem e uma mulher que se apaixonam num primeiro encontro, no qual não estão sozinhos – alguém os assiste.Assim é o livro impresso que acabo de ler : “O único final feliz para uma história de amor é um acidente” de J.P.Cuenca.

A cada virar de página do livro, a cada avançar da história, eu me convencia de que a única maneira de haver algo puro e verdadeiro naquela trama, algo que não fôsse planejado, era através de um acidente.

Na história de João Paulo Cuenca, o personagem Shun vive sob a vigilância do pai.Aliás, não só ele, mas todos os transeuntes de Tóquio, vivem sob a vigilância do sr.Okuda.Este por sua vez, não só vigia como manipula tudo também, destruindo assim toda e qualquer chance de alguém viver uma história de amor verdadeiro.

Mas será que no nosso mundo real já não existe srs.Okudas por aí?Quantas pessoas você conhece que tentam manipular e jogar sujo?

Foi só uma divagari…não leve a mal.

O fato é que a narrativa do livro é genial e o final é uma surpresa.Não necessariamente um final feliz, apenas um final surpreendente e coerente.

Patrícia Fields

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