ESCONDIDINHO

Acabo de ler o conto “José Matias” de Eça de Queiroz.
Nele o jovem rico José Matias muda-se para residência de sua tia,lá uma vizinha chama sua atenção, através dos muros do jardim florido.
José Matias passa a flertar com a vizinha que por sua vez é casada com outro homem. As janelas passam a ser o único elo do amor platônico existente entre os dois enamorados.
Por quê ela casada corresponde aos arrulhos do bon vivant José Matias?
Passam-se os anos e o marido adoentado morre…natural então que passado o luto,os dois assumam seu amor…certo?
Errado.
José Matias ao saber que ela agora é viúva, foge em viagem sem data para volver…sob o pânico de ter que casar-se com ela.
Acredita?
Ninguém entende nada:nem ela própria, nem os amigos de farra de José Matias. Ela então casa-se com outro homem,depois de ter implorado à José Matias um compromisso público. Mas José Matias só quer amar escondidinho.
Que horror!
Passados já muitos anos José Matias descobre o novo endereço dela,e reacende a velha chama, e retoma o flerte.José Matias agora não é mais tão jovem,e nem mais tão rico.Ele desperdiçou toda a sua fortuna herdada em jogatinas e bebidas.
Ela mesmo casada continua a corresponder o flerte e José Matias ainda sem querer assumir um compromisso sério!
Amor?Estranho amor…desses dois.
Sandra Sclata

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